Quanta confusão havia nela. E era sempre? Não! Nunca tivera sido assim. As coisas mudaram quando a vida transcendeu para o estágio da identificação com ela mesma. Das buscas e entendimentos sobre a essência da vida. Que difícil, que carga sufocante.
Traumas agora faziam parte de seu futuro. Aqueles do passado, que ‘talvez’ ainda se presentificassem. Uma caminhada dolorosa para ultrapassar aquela barreira, um quebra-molas gigante, enquanto se enfrentava a travessia com rodas minúsculas e impotentes.
E suas exigências que nunca se encaixavam no que via. Os questionamentos sobre ser muito complicada para aceitar o outro, ou ser muito ‘Ser’ para que os outros a completasse.
Idealizações difíceis de serem quebradas, esquecidas, apagadas...E o que era essa força que acelerava a pulsação, esmagando entranhas, transformando em angustia e silêncio cada movimento? Uma complexa tarefa aquela de manter o controle. A constância da nova vida dependia de cada momento, de cada passo; encontro. Um leve bailar por entre o sofrimento, como se devesse senti-lo para evoluir, amadurecer . Por nada mais se ver a fazer senão acolhe-lo.
E havia? De fato, não! E tentar qualquer outra solução era
Era de encontros e pessoas vazias que ela estava farta. A vida era mais do que números que preenchem listas rotuladas. Queria sim completude, maturidade e reciprocidade!