terça-feira, 28 de abril de 2009

No time for loser.

Não há tempo para perdedores! É esse o lema da sociedade atual.
Enquanto euzinha aqui aprende desde pequena que errar não é o problema e sim insistir nele, os fatos da atualidade me levam a concluir que ela deixou de ter espaço para perdedores.
Frações de tempo são contadas como se fosse uma conta bancária despencando, e sua obrigação é lutar contra a derrocagem.
Não discordo que somos seres aprendizes e que devemos evoluir e garantir nosso lugar no paraíso, até aí tuuuuudo bem. O que talvez não me agrade, são taxações, humilhações e/ou exclusões sociais.
Não quero e nem vou falar de um fato específico, estou usando esse espaço apenas para declarar que não tenho problemas com erros, e até procuro analisá-los como um ponto de partida para o próximo acerto; e que apesar de odiar qualquer coisa que remeta ao termo 'auto ajuda', sou seguidora do otimismo e odeio fraqueza, essa sim me irrita.
O termo fraqueza , no MEU dicionário, está ligada à desistência, à falta de coragem, de força, de firmeza, enfim... É qualquer coisa do tipo: 'prefiro não encarar'.
Já o 'ser perdedor'é um termo formulado a partir de suas conclusões pessoas que podem diferir da realidade de quem está sendo taxado. Para mim, o termo perdedor só se enquadra a quem deixou de ganhar em um jogo, e aí partimos para oooutra discussão.
Perder ainda oferece uma nova oportunidade de ganhar, desistir é a linha final, é acovardar.
Desprendo-me de qualquer conceito e sigo meu caminho ligando o 'Foda-se' quando se faz necessário. Leis criadas por quem não me agrada não me fazem sofrer por pensar que talvez eu não seja aceita no 'mundo real'.
E se eu for um alienígena, a estranheza não é minha? O problema não é meu? A quem pensar que não, eu digo: "Foda-se"(aqui para fortalecer minha imagem de ignorante e mau como o pica-pau =p). Eu erro, me arrependo, erro novamente, aprendo com o erro até chegar no ponto em que acredito ser 'the jump for the future'. E se não for, volto e sigo novamente. Acredito que a vida seja assim, errar, aprender, acertar, errar...enfim, o válido pra mim é não desistir.
Minha felicidade está longe do que as pessoas associam ser a vontade comum entre os seres. Retiro-a de momentos simples e pequenos, como por exemplo, sentar em um buteco com amigos, rir e falar sobre a vida. Isso pra mim não tem preço.
Por isso que adoro a Skol, que faz a vida ser redonda. Quadrado só aquele dadinho que oferece posições sexuais pra você brincar com seu/sua parceiro/a, ou até com amigos em momentos que só serão lembrados na velha mesa de bar na hora das declarações inesperadas e alcoólicas. Não que eu seja disso, mas tem quem seja, ? =p rsrs
É isso, não consigo terminar um post de forma séria. Pessoinha estranha, viu! Será? =/
Então...queridinhos e queridinhas, voltando para o foco: cresçamos uns com os outros e AMÉM. =p
Sendo um pouquinho normal, o pseudo intelectualismo me aflora: trechos do poema de Vinicius de Morais, 'Os Acrobatas'.
'Subamos!
Subamos acima.
Subamos além, subamos.
Acima do além, subamos!
Com a posse física dos braços.
Inelutavelmente galgaremos.
O grande mar de estrelas.
Através de milênios de luz.
......
E quando.
Lá, acima.
Além, mais longe que acima do além.
Adiante do véu de Betelgeuse.
Depois do país de Altair.
Sobre o cérebro de Deus.
Num último impulso.
Libertados do espírito.
Despojados da carne.
Nós nos possuiremos.
E morreremos.
Morreremos alto, imensamente.
IMENSAMENTE ALTO".
amoooo ^^
beijos

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