Quanto tempo faz que não apareço por aqui mesmo?
Muito, muito tempo. Parando pra avaliar o que me fez parar com as postagens, alem do fato da vida ter pesado e o dia já não possuir mais 24hrs, a gente só expressa quando sente. E na verdade eu precisava me localizar sobre tudo e entender o que estava sentindo, acredito que me preparando para o que viria; para o que chegou!
Escrevi em um certo texto a seguinte frase, num momento de buscas:
"A gente poderia parir a própria dor, e arrancar do peito certos desacertos."
É claro que eu expressei o que realmente estava sentindo, mas nunca imaginei que hoje, depois de tanto tempo tendo postado, ela faria tanto sentido.
Vejo que, apesar de odiarmos os clichês da vida, ela gira em torno deles. É o caso de falar sobre as soluções que só o tempo encaminha.
Hoje, parando pra pensar o quanto tudo voltou pro seu lugar, vejo uma pertinência quase absurda no que escrevi há alguns meses trás.
Há um novo caminho, uma nova trajetória sendo traçada. Longe de mim me esquivar de qualquer possibilidade, tanto de sofrer quanto de ser feliz, mas hoje eu posso dizer que de certa forma pari a dor, e arranquei do peito os tais desacertos.
Não garantindo que voltarei ativamente a ser uma blogueira, mas o texto de retorno é um sinal de vitalidade, e de energias recarregadas. E mais, de que aqui ainda há muita vida!! ;)
Pela volta dos que não foram...
A música que tá me definindo:
[Vinheta de Alegria]
“Onde a tristeza levanta, eu espanto.
E o pó vai sem dó.
E insisto na beleza do que já é.
E a cabeça não vê, mas o coração sente!”
http://www.youtube.com/watch?v=NUvPltSxuxc&ob=av2e
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