quarta-feira, 5 de agosto de 2009

A minha confusão do dia-a-dia!

Passo a viver dilemas e angustias antigas(ou nem tanto) e mal vindas.

Quem pode entender o que pretende o amor, a paixão? Que ser - humano já descobriu a fórmula mais fácil de seguir com o pé no chão, firme, ao fim de um relacionamento?

Andei lendo sobre a necessidade do conflito com o outro após o término de uma relação, explicando-se como um estímulo que parte devido à nosso desejo de se mostrar superior ao outro, de se sair melhor. As ofensas ditas nos momentos últimos são sempre desagradáveis de se ouvir e, com certeza, também não agrada a quem diz.

O fato é que me atenho agora a uma nova situação que me prende mais à mágoa do que à sensação de perda. A perda pode ser aceitável com o tempo, com a maturidade, com o esforço para entender a inevitabilidade do ‘desapego’. Mas a mágoa passa a ser o contraponto entre o que era belo entre dois e a decepção por conta das novas atitudes do outro.

Entender o ser – humano passou a ser o motivo de grandes textos, análises, conversas sobre a dor, sobre o sofrimento que outrora é causado por uma ‘quebra’ em qualquer que seja o tipo de relação: amizade, namoro, casamento, noivado. Enfim, o dilema é aceitar o término, o ponto final, e seguir feliz como se nada tivesse acontecido, ou superando da melhor forma. No caso específico de namoro, existe um ponto deveras complicado, que passa a ser, em certos casos, a existência de um terceiro elemento que já anda rondando um terreno que já fora ‘seu’.

Pior ainda é quando você, que agora passa a ser amiga (se é que isso existe), é colocada em segundo plano e ver o terceiro elemento invadindo completamente a área, embora ele já tenha retomado seu próprio relacionamento. Mas esse tal elemento entrou apenas para ser amigo, depois de já ter subido um degrau e voltado ao posto mais simples da cadeia, e muito embora tenha retomado seu próprio relacionamento, não consegue se distanciar de quem você ama, ou amava? Não, não, para mim, amor não tem fim! E isso é assunto para um outro post.

De qualquer forma, várias coisinhas desagradáveis acabaram me deixando extremamente ressentida, desenganada, sei lá. O fato é que não há mais confiança, não há mais um forte sentimento, talvez não haja mais valor em tudo que foi vivido. Houve uma desmistificação de um amor que sinceramente ainda existe, por que como disse antes, amor pra mim é eterno, pra sempre. Desmistificação por tudo ter sido intenso, verdadeiro, sublime, pra ser mais verdadeira; e, de repente, não é que ele tenha deixado de ter valor, só começou a ser questionado e posto no lugarzinho dos amores bem guardados. Deixado um pouco de escanteio para ser [re]avaliado, com o objetivo de que se torne pleno, eterno, ou não!

Com isso descarto a idéia de que ele não poderá reacender? Não! O fato de ainda ser forte assegura essa possibilidade, mas essa avaliação é justamente pra entender como ele poderá ressurgir e, alias, se poderá [deverá] faze-lo.

Não tenho a intenção com esse texto de espantar os monstros que tem me rondado, só queria escrever, dizer, sei lá...Questionar-me a cerca do que vai mover minha vida a partir de agora, de onde vou tirar forças pra seguir sendo madura, firme. Respeitando as evidências da vida. E é isso! Como disse um amigo: 'localizo-me na rua da amargura no cruzamento com a Avenida da solidão..', e....


FIM.

3 comentários:

  1. oooooooooooooooooown meu amor, vc vai continuar liiinda serelepe e pimpona do nosso lado seeempre...

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  2. ããããi, amigõ. fé em deus e pé da taba!!! =D

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  3. Simbora...tocando a vida e tentando levar junto esse sorriso que transmite tanta energia boa!

    E tamo ae p qq coisa;)

    Bjs

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