mas fala, grita e pula.
Se contorce,
num inconstante bailar.
Minha flor é solidão,
sabores e desilusão.
Não tem coloração,
nem emoção.
Meu querer tem força,
e ao mesmo tempo é fraco.
Deseja, procura, mas não toca o inalcançável.
E se esconde, quieto e manso.
Minha angustia não tem cor,
mas é grande e notável.
Se esperneia, me alcança e fere.
Brinca, ri e faz penar.
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