quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Quem é ele?

Dizem por aí que ele vive fazendo e desfazendo de pessoas. Passa por entre alguns deixando dor, mágoa, alegria, paz; é até, por vezes, o complemento que preenche a vida de certos seres. Alguns, porem, desacreditam da sua existência, outros acham que falar sobre o assunto é banal; clichê.

É, na verdade, um elemento que sustenta uma nação; um mundo inteiro. Motivo de guerras e alianças; separações e junções. A explicação para inícios e fins.

Uns apostavam na idéia de que, assim como tudo na vida, ele também não seria para sempre! Tinha seu tempo certo para se alojar onde quer que fosse; e depois acabar, deixando só lembranças boas, ou até ruins. Outros, porem, subestimam essa linha que se diz ponto final para tudo, e esquecem o cronômetro que determina a hora de chegada, e fim!

O fato é que todos abusavam dele a todo o momento. Seja lá para que, e quando. Um velho cansado que por horas se mostrava fraco, e na maioria das vezes provocava grande fome de vida. Daquelas que você não consegue se conter por não poder abraçar o mundo. E chora por isso, e depois se alegra por perceber que apesar de tudo há vida em quase tudo que consegue visualizar, inclusive em você. E há também, sempre, o que se sentir. Pois, sentir é o grande ingrediente para fazer da vida o primeiro motivo para se querer ir sempre a frente.

Mas voltando àquele de quem falava há pouco, acredito que já seria fácil disparar de quem se trata, visto tudo que foi dito. Seria válido apenas defender que, na verdade, não era ele quem tinha o poder sobre as pessoas, pois nessa união não precisa existir uma guerra de braço. É necessário apenas entender que há um elemento comum entre todos nós, que faz provocar milhares de sensações; e o que fazemos com elas é a grande diferença que pode provocar a dor ou o prazer.

E eu vos digo que aquele sobre quem eu fazia comentários seria incapaz de deixar cair uma lágrima de quem quer que fosse, ou ser a explicação para a separação dolorosa entre seres ou coisas. E mesmo os que acham o assunto clichê acabam concordando que em algum momento ele está entre nós, e faz das nossas emoções um grande vulcão em erupção capaz de nos fazer entregar aquele sorriso bobo, seja por situações repetidas ou novas. Pois ele mantêm antigos e novos motivos para ser feliz! É a paz que está sempre guardada para quando quisermos fazer uso dela.

Sim, é do amor que eu estou falando.

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